Mostrando postagens com marcador genocídio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador genocídio. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Puxa vida...
O governo e a maioria dos cidadãos israelenses estão comemorando o que fizeram desta vez em Gaza. Uma pessoa tem de ser muito calhorda para festejar uma covardia. Há fotos e relatos na internet que me deixaram estarrecido. Não consigo entender.
Marcadores:
atualidades,
genocídio,
habiru,
judeus,
palestinos,
terror
domingo, 11 de janeiro de 2009
Boicote ao estado judeu segrega(s)ionista

O que eu estava dizendo, em uma postagem anterior, sobre um boicote ao estado judeu de Israel, que é fascista e promove um aparthaid do povo palestino, principalmente aquele que vive na Faixa de Gaza, já existe aqui.
Não se trata de, no meu caso, defender os valores muçulmanos, nem de condenar o judaísmo. Há muita coisa errada e atrasada no Islão e o estado de Israel não conseguiu, até hoje, após alguns milhares de anos, conviver com as demais culturas de maneira equilibrada, salvo raras e efêmeras exceções. Foram perseguidos? Foram. Mas perseguiram também. A Bíblia que o diga. E hoje, vejam o que fazem, trucidam criancinhas. Trata-se, por isso, de não aceitar calado o genocídio explicitado. Chega do olho por olho. Que, aliás, se tornou em olhos (muitos mais) por olho, todos os dentes da boca por um único dente. Loucura!
Basta!
No final (bottom) da página há uma versão em português.
Ajudem a difundir.
P.S. Por que será que há uma versão em português e nenhuma em alemão ou italiano?
Pensem sobre isso.
P.S.2 Há centenas de judeus que apóiam o boicote.
P.S.3 O velho patriarcalismo insensato, néscio.
Goya e "Os Desastres das Guerras"
Goya fê-las entre 1810 e 1815. São águas-fortes e águas-tintas que começou a gravar a partir de esboços feitos em uma viagem de Madrid a Saragoça em Outubro de 1808 onde testemunhou as cenas apavorantes que as gravuras mostram. Trata-se da invasão napoleônica à Espanha com o objetivo de "libertar" o povo espanhol da escravidão absolutista. Napoleão fica pouco tempo na península.
Nas gravuras, Goya não se detém apenas nas atrocidades cometidas pelos soldados franceses (já publiquei outro post sobre o exército francês daqueles tempos), mas nos mostra a loucura indiscriminada de todos contra todos.
O grande pintor espanhol fez muitos óleos sobre a temática da guerra. Um já postei e comentei aqui.
As gravuras, no entanto, talvez pela crueza do preto e branco, falam mais forte. E não pouparam a crítica à monarquia. Goya era o pintor do Rei.
Por isso, só vieram a público em 1863.
Observem que quase todas as vítimas são civis inocentes.










Na wikipédia algumas informações sobre a guerra peninsular aqui.
As 85 gravuras na wikipédia em um muito bom artigo aqui.
Para quem tiver estômago:
As 85 gravuras aqui e aqui.
Nas gravuras, Goya não se detém apenas nas atrocidades cometidas pelos soldados franceses (já publiquei outro post sobre o exército francês daqueles tempos), mas nos mostra a loucura indiscriminada de todos contra todos.
O grande pintor espanhol fez muitos óleos sobre a temática da guerra. Um já postei e comentei aqui.
As gravuras, no entanto, talvez pela crueza do preto e branco, falam mais forte. E não pouparam a crítica à monarquia. Goya era o pintor do Rei.
Por isso, só vieram a público em 1863.
Observem que quase todas as vítimas são civis inocentes.










Na wikipédia algumas informações sobre a guerra peninsular aqui.
As 85 gravuras na wikipédia em um muito bom artigo aqui.
Para quem tiver estômago:
As 85 gravuras aqui e aqui.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
De Hitler, a lição incompleta
Esta música me lembra uma namorada que tive.
Houve um tempo que o nome "judeu" trazia-me a imagem dos campos de concentração. Sim, aqueles cadáveres magérrimos empilhados em valas coletivas que vi em revistas quando criança criaram essa associação para sempre em minha mente.
Mas "judeu" também queria dizer "arte", como o violino de Misha Elman.
Agora "judeu" virou sinônimo de nazi-fascismo, de genocídio, de matadores de criancinhas.
O que diriam Misha Elman, Isaac Stern, Gustav Mahler, Arnold Schoemberg, Straus, Gombrich, Kafka, Mendelssonhn, Andre Previn, Benjamim, Heine, Rubinstein, Stefanie Zweig, e tantos outros. A lista é só de artistas e escritores judeus austríacos, alemães e ucranianos. Alguns dentre muitos.
Um povo que produziu tanta beleza parece agora perdido em uma guerra de extermínio. Querem fazer aos palestinos o que os nazistas fizeram com eles.
Parece que não aprenderam, de Hitler, a lição completa.
Houve um tempo que o nome "judeu" trazia-me a imagem dos campos de concentração. Sim, aqueles cadáveres magérrimos empilhados em valas coletivas que vi em revistas quando criança criaram essa associação para sempre em minha mente.
Mas "judeu" também queria dizer "arte", como o violino de Misha Elman.
Agora "judeu" virou sinônimo de nazi-fascismo, de genocídio, de matadores de criancinhas.
O que diriam Misha Elman, Isaac Stern, Gustav Mahler, Arnold Schoemberg, Straus, Gombrich, Kafka, Mendelssonhn, Andre Previn, Benjamim, Heine, Rubinstein, Stefanie Zweig, e tantos outros. A lista é só de artistas e escritores judeus austríacos, alemães e ucranianos. Alguns dentre muitos.
Um povo que produziu tanta beleza parece agora perdido em uma guerra de extermínio. Querem fazer aos palestinos o que os nazistas fizeram com eles.
Parece que não aprenderam, de Hitler, a lição completa.
Marcadores:
atualidades,
genocídio,
habiru,
judeus,
palestinos,
Schubert
domingo, 28 de dezembro de 2008
A luta desigual dos Habirus

Poesia para os nazi-sionistas raivosos
Não iremos embora
Aqui
Sobre vossos peitos
Persistimos
Como uma muralha
Em vossas goelas
Como cacos de vidro
Imperturbáveis
E em vossos olhos
Como uma tempestade de fogo
...
Em lavar os pratos em vossas casas
Em encher os copos dos senhores
Em esfregar os ladrilhos das cozinhas pretas
Para arrancar a comida de nossos filhos
De vossas presas azuis
...
Nossos nervos são de gelo
Mas nossos corações vomitam fogo
Quando tivermos sede espremeremos as pedras
E comeremos terra quando estivermos famintos
Mas não iremos embora
E não seremos avarentos com nosso sangue
Aqui
Temos um passado
E um presente
Aqui
Está nosso futuro.
Poesia da resistência palestina Tawfic Zayyad, palestino de Nazaré
Marcadores:
genocídio,
habiru,
judeus,
palestinos,
terror
Assinar:
Postagens (Atom)